terça-feira, 3 de outubro de 2017

O DEVER DE TODO HOMEM



              Temos nestes últimos tempos, tido a oportunidade de ver a falha da humanidade em buscar conhecer realmente o seu propósito sobre a face desta Terra. Mediante tal falha, o ser humano tem a cada dia, caminhado para uma derrocada final em uma aparente busca do aprimoramento da sua autodestruição.
              Não há como dizer que as respostas para nossas maiores dúvidas não existem. Que nossos maiores problemas não tem solução. Que nada e nem ninguém nunca nos orientou a respeito de como deveríamos levar a nossa vida.
             No livro de Eclesiastes encontramos um versículo que resume tudo o que basicamente foi exposto acima. Se for Salomão ou se foi Qohelet o escritor de tal verso, denota-se que o autor do mesmo estava tomado pelo Espírito de Deus e com suas palavras deixou ensinado para nós como deveríamos nos portar mediante tudo isso: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo o homem” (Eclesiastes 12.13).
             Deus, desde os primórdios tem se revelado a ponto de mostrar ao homem o caminho certo a seguir. Com Adão, a ordem era para que não tocassem em apenas uma coisa, e? Pronto: estava o homem errando pela primeira vez. Com Abrão foi assim também: “Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei” (Gn 12.1). Podemos ver no verso seguinte o que faria Deus se Abrão O obedecesse: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecer-te-ei, e tu serás uma benção” (Gn 12.2). O que Abrão fez? Saiu! Mas levou parte de sua parentela junto, ou seja, DESOBEDECEU.
               Tantos exemplos se seguem na Escritura Sagrada que realmente nos mostram que somos falhos e que nossa tendência é errar, falhar como nosso dever, decepcionar Deus. Se você pensa dessa forma eu digo claro para você: VOCÊ ESTA ERRADO!
              A mesma Escritura Sagrada mostra que houve homens que cumpriram o seu dever com Deus e mudaram o rumo da história de suas vidas e tempos.
              Podemos começar falando de Enoque, Noé, José, Jó e tantos outros. Creram no que ouviram e obedeceram.  José tinha tudo para não cumprir o seu dever, mas perseverou até o fim e foi honrado pelo Senhor e trouxe transformações para o tempo em que vivia.  Foram homens que buscaram conhecer os seus propósitos debaixo do sol e tiveram experiências maravilhosas com o grande Eu Sou. Nos dias de hoje é muito mais fácil deixar os mandamentos de Deus de canto.
             
Vivemos dias de extremo egoísmo, de igrejas apostatadas, de homens e mulheres que deixariam os de Sodoma e Gomorra envergonhados por tamanha devassidão moral. Tudo reflexo da desobediência, por não buscarem primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça (Mt 6.33), abandonado o primeiro amor ( Ap 2.4). Tudo simplesmente por quê? Por que não temem mais ao Senhor e nem ao menos se interessam pelos mandamentos que deixou. Deus falou ao povo em Isaias 43.11: “Eu Sou o Senhor e fora de mim não há Salvador”.
             
Ainda resta tempo de eu e você, abrirmos os olhos e temermos ao Senhor e à Força do Seu Poder. Quão maravilhosa coisa Deus fez por aqueles que buscaram tal feito? Faça do tempo que te resta, um altar de adoração ao Senhor. Busque a Sua face. Faça a diferença para a tua casa, família, emprego, igreja. Faça a diferença para você mesmo e cumpra o seu dever! Conheça intensamente e obedeça fielmente ao Senhor!

domingo, 20 de agosto de 2017

Nosso Credo



1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).

2) Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida eo caráter cristão (2 Tm 3.14-17).

3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9). 

4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).

5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8). 

6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).

7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).

8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).

9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).

10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).

11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).

12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).

13) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).

14) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).